Lê a foto e entende
O funcionário manda a foto do painel. Ela lê a quilometragem, compara com a de ontem e só te chama se algo não fechar.
A parte chata da operação — correr atrás de funcionário, conferir valor, fechar pagamento — feita no WhatsApp que sua equipe já usa. Você entra só para aprovar.
Ninguém instala nada. Ninguém aprende app novo.
O que ela tira das suas costas
Não é chatbot de "como posso ajudar?". É a parte da operação que consome sua noite.
O funcionário manda a foto do painel. Ela lê a quilometragem, compara com a de ontem e só te chama se algo não fechar.
Nota chegou com valor diferente do combinado? Ela vê antes de você pagar — e te diz exatamente onde está a diferença.
Diárias, extras, descontos e adiantamentos somados com a regra da sua casa. Sai pronto, com a conta aberta linha por linha.
Você fala, ela executa. Nome de gente, placa, gíria da oficina — ela aprende o vocabulário do seu negócio, não o genérico.
Faltou a foto do dia, ela lembra. Se não vier, ela insiste — e para na hora certa, porque perseguir ninguém resolve.
"Quanto sobra em caixa?", "o que vence amanhã?", "manda o comprovante do pix" — em texto ou áudio, na hora.
Como ela cobra
Cobrar funcionário é a parte que ninguém gosta de fazer e que todo mundo faz mal: ou esquece, ou insiste demais. Ela faz do jeito certo, todo dia, sem se cansar e sem perder a mão.
Assunto de todo mundo vai no grupo. Valor de quem ganha o quê vai no privado — dinheiro de um não é conversa dos outros.
Resposta que ela não conseguiu ler passa por uma segunda leitura antes de virar cobrança. Pedir de novo para quem já respondeu é o pior tipo de cobrança.
Ela lembra, insiste um pouco — e para. Quem cobra sem limite ensina a equipe a ignorar tudo que ela manda.
08:00 "mande seus dias"
11:22 "mande seus dias"
11:38 "mande seus dias"
12:02 "mande seus dias"
O funcionário já tinha respondido. O robô só não entendeu — e repetiu.
08:00 "podem mandar os dias?"
11:22 (não entendeu a resposta
→ lê de novo, com calma)
11:23 "anotei: 12 diárias"
Uma pergunta. Uma resposta. Nada de perseguir quem já fez a parte dele.
De onde sai o número
Quando ela diz quanto pagar, o valor veio da conta — não de uma estimativa. E quando ela não tem certeza, ela pergunta, em vez de arredondar. É a diferença entre uma resposta que soa certa e uma resposta que é.
Você: quanto falta pagar?
IA: Acredito que sejam
aproximadamente R$ 4.200,
considerando a média
dos últimos períodos.
Soa confiante. O número foi estimado. Você só descobre no fim do mês.
Você: quanto falta pagar?
Lana: R$ 4.180,00 para 3
pessoas. Ralph 1.520,
Erick 1.340, Allan 1.320.
Nada arredondado.
Cada centavo veio de uma linha do sistema. Ela mostra qual, se você pedir.
Como entra na sua operação
Você me conta como sua operação funciona: quem recebe o quê, quando paga, o que precisa conferir. Sem formulário.
No WhatsApp que sua equipe já usa. Ninguém instala nada, ninguém aprende app novo. Ela só passa a fazer parte da conversa.
Nas primeiras semanas ela mostra o que fez e espera seu ok. O que você corrigir, ela aprende — e não erra de novo.
Cobra a foto, fecha a quinzena, avisa do que vence. Você vira quem decide, não quem digita.
Dúvidas honestas
Ela erra — toda ferramenta erra. A diferença é que erro dela não vira dinheiro errado: número só sai do sistema, e o que ela não tem certeza vira uma pergunta para você, não um palpite. Quando você corrige, a correção vale para sempre.
Num servidor seu, separado de qualquer outro cliente. Ninguém mais lê a sua operação — nem para treinar modelo, nem para exemplo. Você pode pedir tudo de volta, ou apagar tudo, quando quiser.
Não. Ela vive no WhatsApp que sua equipe já usa e entrega planilha e PDF do jeito que você já recebe hoje. Se você tem um sistema, ela conversa com ele.
Ela nasceu no transporte, onde errar quilometragem custa caro. A mesma lógica serve para qualquer operação que tenha equipe em campo, foto de comprovação e pagamento por produção. Me conte o seu caso — se não servir, eu digo.
Depende do tamanho da operação: quanta gente, quantas conferências por dia, o que ela precisa fechar. Prefiro ver como você trabalha antes de dar preço — assim ninguém paga por função que não vai usar.
Sem cadastro, sem cartão
Você fala com ela, não com um formulário. Se fizer sentido para a sua operação, a gente segue conversando.
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